Denunciam plano subversivo na Venezuela

Da Prensa Latina

Está sendo feita na Venezuela uma ação desestabilizadora precedida por uma ofensiva de guerra psicológica e com ramificações financeiras no Panamá e Colômbia, segundo dados e relatórios de inteligência divulgados hoje.

O ex-vice-presidente venezuelano José Vicente Rangel afirmou que a operação, detectada por uma equipe multidisciplinar, está destinada a conter e reverter os processos de transformação social na América.

Precisou que parte dos recursos para estas ações são outorgados por uma fundação na Venezuela sob a fachada de importar brinquedos do Panamá e Colômbia.

Acrescentou que a operação se realiza como indicam os manuais inesperadamente de estado dos organismos de inteligência dos Estados Unidos e os recursos são manejados por empresas e fundações de dois banqueiros venezuelanos e empresários do ramo de seguros.

Para financiar o plano adquiriu-se uma seguradora no Panamá a qual é parte do mecanismo de transferência de recursos para os setores de oposição da Venezuela.

Rangel revelou que um dos diretores da empresa subsidiaria é um cidadão de origem árabe com uma cédula de identidade venezuelana falsa e ligações importantes com os organismos de inteligência dos Estados Unidos.

Apontou que essa pessoa é uma das peças ligadas com o estado ocidental Zulia (fronteiriço com a Colômbia) para facilitar o tráfico de armas para a Venezuela.

Também assegurou que foi confirmada a participação de empresas e uma fundação vinculada a um banqueiro venezuelano em apuros no manejo de dinheiro via Panamá e Colômbia.

Em seu programa televisivo dominical, Jose Vicente Hoje, Rangel disse que se observa mediante os meios de comunicação da oposição como se intensifica a campanha de desprestigio e desgaste social e político contra o presidente Hugo Chávez.

Precisou que se magnifican fatos delictivos, além de campanhas sobre suposto apoio à guerrilha colombiana e grupos extremistas islâmicos, entre outros, como preparação psico-social para pôr em marcha uma agressão contra a ordem constitucional.

A ação prevê a utilização de paramilitares trazidos desde Colômbia e centro a América, bem como polícias de governos e prefeituras controladas pela oposição.

Segundo a investigação, um importante grupo de exfuncionarios da Direção de Serviços de Inteligência e Prevenção (DISIP) estão treinando paramilitares para gerar terrorismo urbano de alto impacto psicológico.

Sobre Osvaldo Bertolino

Jornalista, natural de Maringá — Noroeste do Paraná.
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Uma resposta para Denunciam plano subversivo na Venezuela

  1. João A. da Nóbrega disse:

    O povo venezuelano, notadamente os que têm poder de dicernimento, deveras está numa situação aflitiva como os russos passaram nos anos que antecederam a ditadura imunda (1917) protagonizada pelos salafrários Lenin, Stalim e demais asseclas.
    É preciso muita luta para arrancar das mãos desse desclassificado Hugo Chávez as rédeas do poder, para devolver ao povo a decisão de escolher seus governantes.

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