EUA desativam painel provocativo em Havana

Escritório dos EUA em Havana

Escritório dos EUA em Havana

O governo dos Estados Unidos desligou, no mês passado, um letreiro luminoso instalado na missão diplomática norte-americana em Havana, em 2006, que mostrava mensagens a favor da “democracia” e dos “direitos humanos,” anunciou o Departamento de Estado.

O equipamento ficava no quinto piso da Seção de Interesses norte-americanos da capital cubana.

“Acreditamos que o letreiro não era eficaz como meio de informação aos cubanos”, disse o porta-voz Ian Kelly.

Desde que a provocação entrou em funcionamento, o governo cubano tratou de tomar medidas para denunciá-la.

O porta-voz americano explicou que o governo Obama sentia que os letreiros não contribuíam para uma melhor relação entre os dois países, acrescentando que a população da ilha havia destruído alguns dos equipamentos e que os EUA consideravam a retirada “um gesto positivo”.

“Estamos fazendo tudo o que podemos para promover o fluxo livre de informação entre os EUA e Cuba”, disse.

Desde que chegou à Casa Branca, Barack Obama tenta se aproximar a Cuba suavizando as restrições financeira e de viagem aos norte-americanos com familiares na ilha.

Mas também disse que quer ver “reformas políticas”, insistindo na velha e falsa tese de democracia e direitos humanos só servem se forem nos moldes norte-americanos.

Com agências

 

Sobre Osvaldo Bertolino

Jornalista, natural de Maringá — Noroeste do Paraná.
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