“Emergentes” vão passar países ricos em investimento externo

Os “emergentes” devem ultrapassar as economias desenvolvidas no recebimento de investimentos estrangeiros diretos este ano, com participação de 57,5% do fluxo total.

É o que aponta estudo do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, elaborado com base em dados da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad).

Segundo o estudo, o Brasil poderá receber 3% do total de investimento direto do mundo.

A Unctad prevê redução de 50% desses investimentos em 2009, a US$ 829,3 bilhões, caso o fluxo mantenha o ritmo dos primeiros meses do ano.

O Bradesco projeta para este ano entrada líquida de US$ 25 bilhões em IED para o Brasil.

Com agências

 

Sobre Osvaldo Bertolino

Jornalista, natural de Maringá — Noroeste do Paraná.
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