Cuba retira colaboradores humanitários de Honduras

O governo cubano decidiu retirar de Honduras funcionários do setor educativo e de outras áreas que realizavam missões de cooperação no país, anunciou hoje a ministra de Educação de Cuba, Ena Elsa Velázquez.

Segundo Velázquez, cerca de 80 colaboradores cubanos regressaram de Honduras nas últimas horas “devido aos obstáculos impostos pelo governo de fato desse país ao seu trabalho”.

“Sabemos que eles enfrentaram grandes perigos e percorreram longas distâncias durante a evacuação. Mesmo assim, mantiveram seu comportamento heróico e digno”, disse Velázquez.

Em 28 de junho, um golpe de Estado depôs o presidente eleito Manuel Zelaya e instalou Roberto Micheletti no poder.

Também regressaram no mesmo voo, de Tegucigalpa, três especialistas do Instituto de Esportes de Cuba (Inder, na sigla em espanhol) e dois do Ministério do Açúcar, além de vários professores que alfabetizavam hondurenhos.

Todos expressaram “disposição” em retornar a Honduras assim que a situação política do país mudar.

A ministra ainda declarou que médicos e funcionários de saúde cubanos vão ficar em Honduras para cumprir missões de “ajuda humanitária”.

Geralmente, estes especialistas são enviados a remotas regiões dos países nos quais cooperam, e realizam seus trabalhos de forma gratuita.

Com agências

 

Sobre Osvaldo Bertolino

Jornalista, natural de Maringá — Noroeste do Paraná.
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