
Por Osvaldo Bertolino
Quando era assessor econômico do candidato à Presidência da República Luis Inácio Lula da Silva, ali pelos meados de 2002, o atual ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o Brasil precisava de um estadista para enfrentar a crise econômica que à época ganhara proporções amazônicas. O balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) divulgado nesta quarta-feira (3) revela que ele tinha inteira razão. Mas há uma ilha de conservadorismo enquistada no Banco Central que pode travar o PAC.
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