O ex-presidente cubano Fidel Castro chamou de “flor e nata do pensamento oligárquico e contra-revolucionário” os intelectuais direitistas, como o escritor peruano Mario Vargas Llosa, que participaram na sexta-feira de um fórum sobre “liberdade” em Caracas.
“A flor e a nata do pensamento oligárquico e contra-revolucionário se reúne em Caracas para declarar por todos os meios que na Venezuela não há liberdade de imprensa”, afirmou o líder revolucionário cubano em artigo.
Fidel também citou como o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, convidou na sexta-feira o grupo “da oligarquia internacional a discutir” em uma edição especial de seu programa de rádio e televisão “Alô presidente”, em um debate que, após muita polêmica, não vai acontecer.
Outro a falar do assunto foi o vice-presidente da Bolívia, Álvaro García Linera, que tachou o encontro de “reunião de café que tenta agrupar uma geração fracassada e nostálgica da direita”.
García Linera disse sentir “um pouco de compaixão intelectual” pelos participantes dessa “reunião nostálgica no momento em que desaba a infraestrutura dessa ideologia neoliberal”.
Fidel Castro também qualificou Chávez em seu artigo de “educador infatigável”, e ressaltou que o presidente venezuelano “não vacila em descrever o que significa o capitalismo” e desmonta “uma a uma todas as mentiras” desse pensamento.
Com agências
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