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EUA ajudam a compreender rejeição de Cuba à OEA

14/05/2009 · Deixe um comentário

Os motivos pelos quais Cuba não se interessa em voltar a integrar a OEA (Organização dos Estados Americanos) ficaram mais evidentes após declarações do subsecretário de Estado norte-americano, James Steinberg, durante seu discurso na conferência anual do Conselho das Américas.

Segundo ele, os Estados Unidos esperam o dia em que Cuba voltará ao sistema interamericano, depois que esse país cumprir com a “Carta Democrática” da OEA.

A entidade expulsou a ilha de suas fileiras após a adoção da democracia revolucionária pelo país.

Cuba tem reiterado que não abre mão da sua democracia popular para dar passos atrás em sua gigantesca evolução democrática e de respeito aos direitos humanos, principalmente os fundamentais.

Steinberg afirmou que “os EUA buscam um novo começo com Cuba, para o qual vêm adotando medidas que promoverão a liberdade e criarão oportunidades para o povo cubano”.

A generalização do conceito “povo” vista com lupa pode ser traduzida como interesses de uma elite bilionária norte-americana.

“O presidente deixou claro nossa disposição para falar com o governo cubano sobre muitos temas. Mas enquanto os EUA estendem a mão ao povo cubano devemos chamar nossos amigos no continente a se unirem em apoio à liberdade, igualdade e direitos humanos em Cuba”, destacou.

Cuba certamente tem um número infinitamente superior de amigos na região, todos dispostos a lutar com afinco em defesa do que as conquistas da Revolução Cubana representam para o país e para a região — para não dizer do mundo.

Com agências

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