Líderes sindicais da direita golpista e corrupta venezuelana afirmaram que realizarão no próximo dia 1º uma “jornada de protesto em defesa das reivindicações” dos trabalhadores as quais, segundo eles, tentam ser burladas pelo governo do presidente Hugo Chávez.
Pablo Castro, diretor de Conflitos da Confederação de Trabalhadores da Venezuela (CTV), reiterou que os protestos do próximo Dia do Trabalhador terão como objetivo defender a “democracia”, para ele ameaçada pela revolução bolivariana.
O líder da central sindical golpista também insistiu em dizer que o governo despreza os sindicatos e por isso “se nega” a discutir as convenções coletivas dos setores de petróleo, gás, eletricidade, indústrias básicas, educação e saúde.
A CTV, que reúne os sindicatos tradicionais do país, é identificada com a direita e impulsionou, junto à união patronal Fedecámaras e a mídia, uma série de greves reaciojnárias entre 2001 e 2003, uma das quais desembocou no golpe de Estado que tentou derrubar o presidente Hugo Chávez em abril de 2002.
A dirigente nacional da União Nacional de Trabalhadores (UNT), Marcela Máspero, também anunciou uma “grande marcha” em Caracas no próximo dia 1º para celebrar o Dia do Trabalhador e “a derrota do mundo capitalista”.
Com agências
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